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marco · Compulsão alimentar

Psicóloga para compulsão alimentar e comer emocional em São Paulo

Comer não é o problema. O problema é quando a comida vira o único jeito de lidar com o que você sente. Na terapia, você entende esse ciclo e constrói outros caminhos, sem culpa e sem julgamento.

Raissa Paniza · Psicóloga · CRP 06/139601 · Presencial em Perdizes e online

marco 01 · Sinais

Talvez você se reconheça

Compulsão alimentar e comer emocional são mais comuns do que parece, e quase sempre vêm acompanhados de vergonha. Veja se algo aqui conversa com você.

  • Você come rápido, escondido ou sem sentir o gosto, e só percebe quando já passou.
  • Depois vem a culpa, a promessa de compensar amanhã e, logo depois, um novo episódio.
  • A vontade de comer aparece mais em dias de estresse, tédio, solidão ou tristeza.
  • Você tem regras rígidas sobre o que pode ou não comer e sente que vive quebrando todas.
  • Comer com outras pessoas gera tensão, e é quando ninguém está vendo que tudo desanda.
  • A comida ocupa um espaço enorme na sua cabeça, mesmo quando você não está com fome.

marco 02 · Como funciona

Como a terapia trabalha o comer emocional

Quem vive episódios de compulsão costuma ouvir, e repetir para si, que falta força de vontade. Não falta. O que existe é um ciclo que se sustenta sozinho, e que dá para entender e mudar.

Esse ciclo costuma ter partes parecidas. Uma emoção difícil, um dia pesado, ou muitas horas sem comer. A vontade cresce. Vem o episódio, que alivia por alguns minutos. Depois chega a culpa, e com ela a promessa de "compensar" com regras ainda mais rígidas. Essas regras aumentam a tensão, e a próxima ocasião de risco chega mais rápido.

Olhar para o ciclo com curiosidade, não com culpa

Com a Análise do Comportamento, a gente investiga o que acontece antes, durante e depois de cada episódio. Que horas eram? Onde você estava? O que sentia? O que aconteceu depois? Aos poucos, o que parecia "do nada" ganha forma, e você começa a reconhecer os sinais antes de o episódio acontecer.

Mexer nos pensamentos que alimentam o ciclo

Com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a gente trabalha os pensamentos que mantêm o padrão: o tudo ou nada ("já que comi um, vou comer o pacote"), as regras rígidas sobre comida, a autocrítica pesada depois do episódio. A ideia não é controlar mais, e sim precisar controlar menos.

Construir outros jeitos de lidar com o que você sente

Se a comida virou a principal forma de se acalmar, de se recompensar ou de passar o tempo, a terapia ajuda a ampliar esse repertório. Identificar emoções, tolerar o desconforto por alguns minutos, pedir ajuda, descansar, colocar limites. Não é proibir a comida de cumprir esse papel. É deixar de ser o único recurso.

A Raissa está concluindo a pós-graduação em Terapia Alimentar e Neurociências pela PUC-PR, e trata o comportamento alimentar com a seriedade que ele merece. Quando o caso pede, ela indica acompanhamento com outros profissionais e trabalha em conjunto com a equipe.

Nesta página, e na terapia, você não vai encontrar meta, número ou cardápio. O foco é a sua relação com a comida e com você.

marco 03 · O processo

O que esperar do caminho

Cada trilha tem o seu ritmo. As etapas abaixo dão uma ideia do percurso, não um prazo.

  1. 01

    Acolhimento sem julgamento

    Falar sobre comida e episódios sem vergonha é o primeiro passo, e a sessão é o lugar para isso.

  2. 02

    Entender o ciclo

    Registrar o que acontece antes, durante e depois dos episódios para enxergar o padrão.

  3. 03

    Novas respostas

    Treinar formas de lidar com as emoções e flexibilizar regras rígidas sobre comida.

  4. 04

    Prevenção de recaídas

    Planejar os momentos de risco e consolidar a sua autonomia antes da alta.

marco 04 · Quem caminha com você

Por que fazer essa trilha com a Raissa

Formação no tema

Pós-graduação em Terapia Alimentar e Neurociências pela PUC-PR, em andamento, com conclusão em 2027.

TCC pela USP

Especialização em Terapia Comportamental e Cognitiva, uma das abordagens mais estudadas para compulsão alimentar.

Sem culpa no processo

Uma terapeuta que acolhe a sua história e trabalha o comportamento, nunca a vergonha.

Conheça a trajetória da Raissa

marco 05 · Onde

Em Perdizes ou de onde você estiver

Atendimento presencial em Perdizes, Zona Oeste de São Paulo, e online para todo o Brasil. Para muita gente, falar sobre comida de casa é mais fácil no começo. Os horários são os mesmos nos dois formatos.

Endereço

Avenida Professor Alfonso Bovero, 807, sala 07

Perdizes, São Paulo - SP · CEP 05019-011

Horários
Segunda13h às 20hTerça e quarta8h às 19hQuinta8h às 18hSexta8h às 17h Presencial e online nos mesmos horários.

Perto de quem vem de Pompeia, Vila Pompeia, Sumaré, Pacaembu, Higienópolis, Santa Cecília, Barra Funda, Água Branca, Lapa, Alto da Lapa e Vila Madalena. Para outros bairros, cidades e estados, a terapia online.

marco 06 · Dúvidas

Perguntas de quem está chegando

Qual a diferença entre comer emocional e compulsão alimentar?
O comer emocional é usar a comida para lidar com emoções, algo que muita gente faz às vezes. A compulsão alimentar envolve episódios em que a pessoa come uma quantidade grande em pouco tempo, com sensação de perda de controle e sofrimento depois. Os dois podem ser trabalhados na terapia.
Compulsão alimentar tem tratamento?
Sim. A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma das abordagens mais estudadas para compulsão alimentar. Cada pessoa responde de um jeito, e a terapia não promete resultado, mas oferece um caminho estruturado para entender e mudar a relação com a comida.
Preciso de nutricionista ou psiquiatra também?
Em muitos casos, o acompanhamento com outros profissionais ajuda. Quando faz sentido, a Raissa indica e conversa com a equipe que te acompanha, sempre com a sua autorização.
A terapia vai falar sobre o meu corpo?
A terapia fala sobre o que for importante para você, no seu tempo. O foco é a sua relação com a comida, com as emoções e com você mesma ou você mesmo, não números ou metas sobre o corpo.
Tenho vergonha de contar o que acontece nos episódios. É normal?
É muito comum. A vergonha faz parte do ciclo da compulsão e é justamente por isso que a sessão precisa ser um lugar sem julgamento. Você conta no seu ritmo.
Terapia para compulsão alimentar funciona online?
Funciona. A estrutura da TCC se adapta bem ao formato online, e muita gente se sente mais à vontade para falar sobre comida de casa.

O primeiro passo da trilha é o mais importante.

Me chama no WhatsApp, conta o que te trouxe até aqui e a gente vê junto o melhor jeito de começar.

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